Caos de Parente reduz projeção do pibinho para 1,5%

A greve dos caminhoneiros, provoca pela política desastrosa de preços de Pedro Parente na Petrobras, intensificou a onda pessimista em torno da recuperação da economia e o reflexo imediato será a revisão das estimativas para um Produto Interno Bruto (PIB) ainda mais baixo em 2018.

Como mostra reportagem do Valor Econômico nesta sexta-feira, 1, de 16 instituições financeiras ou consultorias consultadas, 12 revisaram para baixo a projeção para o crescimento do PIB deste ano. Com isso, a estimativa média caiu de 2,25% para 1,86%.

Além disso, a projeção de pelo menos quatro dessas casas têm viés de baixa. Já não são tão raras projeções mais próximas de 1,5%, como a do Bank of America, e já há quem, como a 4E ou a Arx Investimentos fale em algo até abaixo disso. Na última quarta, uma frase bastante ouvida entre os analistas foi a de que o ano seria “daqui para pior”.

A piora na percepção sobre o ritmo da atividade fica clara nas previsões para o segundo trimestre. Antes, se esperava taxa em torno de 0,8%, acima da registrada nos três primeiros meses do ano, Agora, a expectativa é de algo próximo de zero. No primeiro trimestre ante o último do ano passado, o produto cresceu 0,4%. (247)

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