O Hospital Dom Malan/IMIP de Petrolina foi destaque em um evento realizado este mês na Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf), que abraçou o V Congresso de Formação para o SUS e VI Simpósio de Residências em Saúde Do Vale do São Francisco.
Na oportunidade, a unidade materno-infantil pode expor, na modalidade oral, os seus dois trabalhos aprovados para o evento: o primeiro sobre o Uso de Redinhas em Prematuros e o segundo sobre o Ultrassom Natural.
“Na verdade, foram relatos de experiências que nós fizemos em rodas de conversa, ou melhor, cirandas, onde cada um pôde expor o seu trabalho. Foi muito bacana e enriquecedor”, ressalta a coordenadora do Programa de Residência em Enfermagem do HDM, Rejane Lins.
Sobre o primeiro relato a profissional explica que mostrou para os presentes a eficácia da redinha como tratamento não farmacológico para os prematuros. “A redinha simula o útero da mãe e o bebê que veio antes do tempo ao mundo se beneficia muito com esse artifício. Prova disso é que eles melhoram a frequência cardíaca, a saturação, a postura, a flexão e ainda sentem menos dor por conta desse recurso. Nós levamos a redinha e um boneco e eles puderam visualizar bem como funciona”, esclarece.
Neste trabalho, a coordenadora contou com a parceria da gerente da UTI Pediátrica Hendi Fernandes de Souza. Já no segundo relato de caso, a residente Laís Nascimento mostrou o resultado do Ultrassom Natural que foi realizado em agosto, no mês do aleitamento materno. “A pintura simula o bebê dentro da barriga, da forma que a mãe idealiza. Tudo é feito de acordo com a posição que o bebê está no ventre e as mães costumam se emocionar muito”, explica Rejane.
“Foi muito legal, pois, além de realizar a pintura nós contamos com a parceria de Denise Brecci que é farmacêutica do Dom Malan e fotógrafa. Com essa ajuda nós conseguimos realizar um ensaio e presentear as mães com as fotos. Teve um caso específico que fomos além e fotografamos também a mãe com o bebê após o parto”, relata Laís.
Segundo Rejane a proposta do evento foi bem essa, de mostrar os trabalhos feitos na educação em saúde, as experiências positivas dentro do SUS e as novas tecnologias. “Conseguimos ver que muita coisa boa acontece na saúde pública e que tem muita gente lutando para fazer a diferença. Foi muito especial participar e levar o nome do Dom Malan para mais esse evento. Sem dúvida, o resultado foi muito positivo”, avalia.
Ascom


