Miguel Coelho desde sua eleição a prefeito de Petrolina PE, em 2016, vem construindo suas credenciais na política pernambucana e se junta agora s um projeto maior, que é algo planejado pelo União Brasil, uma cadeira no Senado agora em 2026.
Miguel Coelho é parte dessa necessidade do sertão pernambucano, em compor um quadro na conjuntura nacional. Petrolina, onde Miguel Coelho tem seu domicílio eleitoral, terceira cidade em população do estado, vitrine do agronegócio sanfranciscano é hoje um município que referencia bem o interesse brasileiro no mercado interno, e, principalmente externo.
E Miguel Coelho tem essa informação, um conteúdo invejável pra dar sua contribuição pública ao pretender o congresso nacional. Nas últimas horas, Miguel Coelho, inquieta-se quanto às definições para compor uma chapa majoritária, em princípio, com o prefeito do Recife e presidente nacional do PSD, João Campos.
A construção desse palanque depende ainda de decisões do âmbito eleitoral que passam pelo Palácio do Planalto. E os socialistas vão empurrando as definições pra mais adiante. Miguel Coelho é pragmático, articulado e tem a seu favor, referências históricas em sua família, incluindo, bisavô e avô, paternos, Fernando Bezerra e Paulo Coelho que anos atrás, compuseram palanques populares com o lendário Miguel Arraes. Em 1961e 1986, respectivamente.
Seu pai, o ex-senador Fernando Bezerra Coelho, aliou-se a Eduardo Campos, pai de João Campos, em muitas batalhas eleitorais que refletem um histórico de alianças exitosas. Agora, 2026 bem na porta de entrada, Miguel Coelho(UNIÃO)tem um currículo que está atrelado ao mapa eleitoral que vai definir essa corrida ao senado.
Miguel Coelho é o pre-candidato de maior visibilidade e com aliados decisivos na região sertaneja desde o pajeu, sertão central, araripe e São Francisco. A porta está aberta e Miguel Coelho é um desejo político pra qualquer frente política, incluindo uma teorica composição com a governadora Raquel Lyra(PSB).
Se há resistências em setores da frente socialista por conta de ideologia ou alianças, o PSB num passado recente também rompeu com o PT e pelo impedimento de Dilma Rousseff no governo em 2016. Eram circunstâncias do PSB que liderou aquela rebelião contra o governo petista. E hoje, outras circunstâncias produzem essa linha tênue entre ficar com João Campos(PSB) ou compor outro entendimento com Raquel Lyra. Miguel Coelho se apresenta forte em nome de pretensões sertanejas para enriquecer o mapa político do interior de Pernambuco. Miguel Coelho é o fiel da balança dessa corrida ao senado como um nome novo e com suporte político a decidir nas eleições de Pernambuco um ambiente renovado em 2026. Escrevi, Marcelo Damasceno.
