Economia

Silvio Costa Filho anuncia 40 leilões em 2026 com expectativa de mais de R$ 10 bilhões em investimentos

Com o Brasil registrando recordes históricos de movimentação e de concessões nos setores portuário, aeroportuário e hidroviário, o ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, anunciou que o governo federal prepara uma nova rodada de leilões para 2026. Ao todo, a pasta projeta a realização de pelo menos 40 grandes leilões, que devem impulsionar investimentos privados na ordem de mais de R$ 10 bilhões e fortalecer a infraestrutura logística do país.

De acordo com o ministério, as projeções indicam 21 leilões no setor de aviação, 18 no setor portuário e um no segmento hidroviário. As concessões fazem parte da estratégia do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva de ampliar a participação da iniciativa privada em áreas estratégicas, promovendo desenvolvimento econômico sustentável.

Segundo Silvio Costa Filho, os leilões representam um motor importante para a economia nacional.

“As concessões são fundamentais para o crescimento do Brasil. Elas atraem investimentos, modernizam a infraestrutura e, sobretudo, geram emprego e renda para a população. Cada novo projeto significa mais obras, mais serviços e mais oportunidades para os brasileiros”, afirmou o ministro.

O anúncio ocorre após um 2025 histórico para o setor, marcado pelo recorde no número de concessões realizadas pelo governo federal. No último ano, o Brasil consolidou-se como um dos principais destinos de investimentos em infraestrutura na América Latina, com leilões bem-sucedidos e forte participação do capital privado.

Para o ministro, o bom desempenho recente reforça a confiança do mercado no ambiente regulatório brasileiro.

“O recorde de concessões em 2025 mostrou que o Brasil voltou a ser um país confiável para investir. Em 2026, vamos avançar ainda mais, garantindo eficiência logística, competitividade e desenvolvimento regional”, destacou.

As novas concessões devem contemplar projetos de ampliação e modernização de aeroportos, terminais portuários e hidrovias, fortalecendo a integração nacional e reduzindo custos logísticos. A expectativa do governo é que os leilões tenham impacto direto no crescimento econômico, especialmente nas regiões onde os empreendimentos serão implantados.

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