Adalberto Cavalcanti e sua dura caminhada para uma reeleição incerta e com concorrentes diretos minando suas bases

Como se não bastasse o trabalho que vem tendo para ‘juntar os cacos’ da derrota eleitoral em 2016 quando perdeu as eleições em Petrolina e Afrânio, suas principais bases eleitorais no sertão pernambucano, o deputado federal Adalberto Cavalcanti (Avante-PE), tem agora que conviver com a debandada de seu espólio político na caminhada à reeleição para a Câmara Federal.

As bases do parlamentar estão se dividindo e nomes como os dos deputados Fernando Monteiro (PP), Augusto Coutinho (Solidariedade) e Odacy Amorim (PT), têm sido uma espécie de calo no sapato de Adalberto rumo à recondução do mandato.

Fernando Monteiro que suplente, assumiu o mandato e foi logo mostrando serviço, dando atenção aos prefeitos, muitos ex-aliados de Adalberto, e também colhendo os frutos desde 2014, da popularidade conquistada quando o pai assumiu a superintendência da Codevasf em Petrolina. Monteiro tem entrado forte em cidades antes tidas como base de Adalberto, a exemplo de Dormentes, da prefeita e ex-aliada do parlamentar do Avante, Josimara Cavalcanti.

Correndo por fora vem o deputado federal Augusto Coutinho tem feito parcerias em Afrânio, principal base de Adalberto Cavalcanti. E para completar o número de dificuldades que Adalberto deve enfrentar a partir de agosto, quando começa oficialmente a campanha, o deputado estadual Odacy Amorim (PT) com quem o parlamentar dobrou em 2014, ganhando com grande parte do contingente eleitoral do petista, também entrará na disputa para a Câmara dos Deputados.

Nos bastidores da política regional, ao anunciar sua pré-candidatura para deputado federal, Odacy pode atrair de vez os eleitores que tenderiam caminhar com Adalberto Cavalcanti. Pelo quadro que se desenha, Adalberto Cavalcanti vai enfrentar mais uma eleição difícil e bastante incerta.

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