Ricardo Banana

Em debate sobre Cinema, Tadeu Alencar reforça luta contra desmonte do Governo Federal e lembra legado de Eduardo Campos

O Deputado Federal Tadeu Alencar participou de um debate sobre o Cinema Brasileiro na Bienal Internacional do Livro de Pernambuco. Ao lado do cineasta Kleber Mendonça Filho, da produtora Cynthia Falcão e da jornalista Luciana Veras, Tadeu, que tem se mostrado um defensor ferrenho da Cultura Brasileira em seu mandato na Câmara dos Deputados, reforçou o seu compromisso com o setor:

“O Brasil vai mal em todos os segmentos. Seja na economia, na defesa do Meio Ambiente, na Educação e na Cultura, com atitudes meticulosamente pensadas para minar essa importante cadeia produtiva do nosso país. Não é um desleixo ou uma negligência fruto da incompetência e sim uma política deliberada voltada a fragilizar esse ambiente, a sufocá-lo. É um momento desafiador, mas seguimos entrincheirados em Defesa do Cinema Brasileiro, do Audiovisual e da nossa Cultura como um todo”.

Tadeu é presidente da Frente Parlamentar em Defesa do Cinema e do Audiovisual Brasileiros na Câmara dos Deputados e foi um dos autores da Lei Aldir Blanc, auxílio que foi muito importante para os fazedores de Cultura espalhados pelo Brasil. Agora ele é relator da Lei Aldir Blanc 2, projeto da Deputada Jandira Feghali que visa instituir um orçamento permanente para o setor.

Os integrantes da mesa lembraram o legado deixado pelo Governo Eduardo Campos em Pernambuco para a produção audiovisual. Tadeu Alencar, como Procurador Geral do Estado e depois como Secretário da Casa Civil, foi importante articulador dessas ações.

“Discutimos muito a situação da Cultura e do Audiovisual de Pernambuco no Governo Eduardo Campos e em 2014 uma lei foi sancionada para disciplinar a promoção, o fomento e o incentivo ao audiovisual, além da criação do Conselho Consultivo do Audiovisual de Pernambuco. Foram muitos diálogos com a categoria, inclusive com as participações de Kleber Mendonça Filho e de Cynthia Falcão, o que permitiu a instituição de um marco regulatório que foi um grande combustível para o reconhecimento, nacional e internacional, da nossa produção”. 

 
E arrematou, Alencar: “Juntar investimento público com o talento dos nossos criadores, o resultado são filmes premiados no mundo inteiro, o oposto do que se vê hoje no Brasil de hoje”.
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