Em uma live realizada no dia 4 de março, será lançado o Zoneamento das Áreas Suscetíveis à Desertificação em Pernambuco. O estudo é resultado de uma parceria entre a Embrapa Semiárido (Petrolina-PE), Secretaria de Meio Ambiente e Sustentabilidade de Pernambuco (Semas) e a Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene). O evento será transmitido simultaneamente pelos canais das três instituições no YouTube, a partir das 10h. >> Acesse a live no canal da Embrapa O Zoneamento apresenta dados, informações e análises sobre o grau de suscetibilidade à desertificação em que se encontram os 123 municípios do Estado localizados na região semiárida. Este é um importante instrumento para a elaboração de planos, programas, projetos e políticas públicas de desenvolvimento sustentável. O documento faz parte da Política (Lei º 14.091/2010) e do Plano de Ação Estadual de Combate à Desertificação e Mitigação dos Efeitos da Seca (PAE/PE), e atende ao Programa de Ação Nacional de Combate à Desertificação e Mitigação dos Efeitos da Seca (PAN Brasil), do Ministério do Meio Ambiente. De acordo com o coordenador técnico do projeto, o pesquisador da Embrapa Semiárido Iêdo Bezerra Sá, “com este trabalho nós damos uma noção clara e atualizada de onde acontece o problema e em que estado ele está, e isso deve auxiliar as gestões estadual e municipais”. Ele ressalta, ainda, que estudos semelhantes podem e devem ser desenvolvidos por todos os estados que têm áreas no Semiárido, e, portanto, o zoneamento de Pernambuco também pode colaborar com o esforço de outros estados e municípios que passam pelo mesmo tipo de problema. O lançamento do documento terá com a participação do chefe-Geral da Embrapa Semiárido, Pedro Gama, do secretário da Semas, José Bertotti, e da coordenadora-Geral de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente da Sudene, Beatriz Lyra. Também contará com apresentações do processo de construção e dos resultados do trabalho, feitas pelos responsáveis das três instituições envolvidas. Serviço O que: Lançamento do Zoneamento das Áreas Suscetíveis à Desertificação em Pernambuco Quando: 04/03 às 10h Onde: Transmissão pelos canais YouTube/Embrapa, YouTube/SemasPernambuco, YouTube/Sudenebr Link direto do evento no YouTube da Embrapa: https://youtu.be/G6-LSJs9Luc Programação 10h – Abertura José Bertotti – Secretário de Meio ambiente e Sustentabilidade Beatriz Lyra – Coordenadora-Geral de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente da Sudene Pedro Gama – Chefe-Geral da Embrapa Semiárido 10h30 – Painel da Publicação: Zoneamento e Política de Adaptação e Resiliência do Semiárido, com o gerente de Resiliência do Semiárido da Semas-PE, Sérgio Azevedo. 10h40 – Painel da Publicação: A publicação como síntese do processo de construção do Zoneamento, com a coordenadora técnica da sistematização, Edneida Cavalcanti. 10h50 – Painel da Publicação: Mapeamento das Suscetibilidades, a coordenação Técnica do Projeto da Embrapa Semiárido, com Iêdo Bezerra Sá. 11h – Painel da Publicação: Zoneamento e Desenvolvimento Regional, com o coordenador de Desenvolvimento Territorial, Infraestrutura e Meio Ambiente da Sudene, Victor Uchôa Silva.

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O Senado aprovou hoje (3) a Medida Provisória 1004/2021, que abre crédito de R$ 2,5 bilhões para participação do Brasil no consórcio internacional Covax Facility. Esse dinheiro será usado pelo Ministério da Saúde para a compra de doses adicionais de vacinas ainda no primeiro semestre. O Congresso já havia autorizado, em fevereiro, a participação do país no consórcio

A Covax Facility é uma aliança internacional da Organização Mundial da Saúde (OMS), da Gavi Alliance e da Coalition for Epidemic Preparedeness Innovations (CEPI), que tem como principal objetivo acelerar o desenvolvimento e a fabricação de vacinas contra a covid-19 a partir da alocação global de recursos para que todos os países que façam parte da iniciativa tenham acesso igualitário à imunização.

É uma plataforma colaborativa, subsidiada pelos países-membros, que também visa possibilitar a negociação de preços dos imunizantes. A adesão permitirá o acesso do país a portfólio de nove vacinas em desenvolvimento, além de outras em prospecção.

De acordo com a MP, que foi aprovada no seu último dia de validade, o uso do crédito será feito da seguinte forma: um pagamento inicial de R$ 711,6 milhões; outro de R$ 91,8 milhões a título de garantia de compartilhamento de riscos, e mais R$ 1,7 bilhão para acesso às doses de vacina. A estimativa é que o Brasil obtenha 10,6 milhões de doses de vacina até o fim do primeiro semestre.

“É importante a imunização da sociedade brasileira para conter o avanço da pandemia, diminuindo o número de óbitos e pessoas hospitalizadas que aumentam a cada dia. Além disso, com a vacinação, é possível a volta da normalidade, com o retorno das atividades corriqueiras da vida cotidiana, bem como a retomada econômica plena”, disse o relator da MP no Senado, Marcos Rogério (DEM-RO), em seu parecer.

Aprovado em votação simbólica e sem alterações, o texto vai à promulgação pelo Congresso Nacional.

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