Analisando a postura do vereador, professor Gilmar Santos (PT), que na sexta -feira (16), durante o ato de diplomação de prefeito e vereadores de Petrolina, preferiu por questões de ordem política não cumprimentar os representantes da família Coelho. O leitor Tercio Ramos escreveu o artigo que se segue nas próximas linhas.
Um professor resolveu se candidatar para mudar o mundo. Muitas pessoas votaram nele, pois era letrado e professor de história.
Acreditavam que o mestre faria a revolução, mas não sabiam que o mesmo era deselegante ou sem educação. Pois destratou pessoas ao negar um aperto de mãos.
Professor, o senhor perdeu a noção do tempo e de ser um Educador.
O senhor precisa combater com (nas) idéias e em ações eficazes e não com falta de educação.
“Mestre”, nosso tempo mudou e ninguém está acima da lei de Deus.
Imaginem esse “Santo” passando por Jesus crucificado. Quando subisse ao céu colocaria logo a culpa no Senhor, pois o deixou ser crucificado, e não levou um mal educado.
Recentemente presenciamos outro ato de ódio, intolerância, vingança… Na escola Auxiliadora, onde culminou com a morte de Beatriz.
O que esse professor fez foi uma ação prejudicial ao tempo que os alunos, pais e os funcionários do colégio passam.
Atos assim, de intolerância, são terríveis exemplos para toda sociedade petrolinense.
Tercio Ramos – Servidor público federal
Blog do Banana



