Depois do elogiado show no Forró do Poeirão, feito na ultima edição da Jecana do Capim, o cantor Flávio Leandro volta a Petrolina e é a segunda atração da quinta noite do São João do Vale. Para o artista, que participa do evento desde 2011, voltar a cidade durante dos festejos juninos também é motivo de encantamento diante da estrutura montada para a realização do evento. “Estou feliz da vida de estar em mais um São João em Petrolina e tenho andado por todos os grandes eventos do Nordeste e Petrolina está de parabéns pelo que vem realizando e pela grandiosidade do evento é maravilhosa, é assombrosa para os meus olhos”, pontuou.
Mas nem tudo são flores na passagem do cantor e compositor em Petrolina. Durante a Jecana do Capim um episódio considerado pelo próprio Flávio Leandro como lamentável se repetiu no seu camarim. Lá ele foi abordado pelo líder da oposição Ronaldo Cancão, que o questionava sobre o valor pago pelo seu show no ano passado e apontava supostas irregularidades na organização do São João do Vale. Visivelmente irritado com as declarações do vereador na edição desta terça-feira (25) Nossa Voz, o cantor esclarece que o vereador não está autorizado a falar em seu nome.
“Primeiro não autorizei Ronaldo Cancão a falar em meu nome. Eu fui abordado duas vezes por Ronaldo Cancão em momentos inoportunos e julgo assim porque quando você é colocado como a voz do povo, representante do povo dentro do parlamento municipal e você leva o parlamento municipal de maneira informal para o camarim de um artista, então você não esta sendo um representante digno daquele povo. Eu fui abordado duas vezes pelo vereador na primeira nem o conhecia, me disseram depois e ele foi me questionar no camarim dois minutos antes de eu entrar no meu show”.
Flávio Leandro ainda explica que seu show acontece através da contratação de produtoras à serviço das prefeituras que realizam festejos juninos. Ele não quis divulgar o valor cobrado, limitando-se apenas a assumir uma majoração neste período. Essa questão de valor de cachê é uma coisa muito pessoal, eu creio. Existe sempre um terceiro envolvido nessa relação entre o artista e a Prefeitura, fui contratado pela Visão Produções, tem um cachê X que ela tem que repassar para mim e a ligação dessa empresa com a Prefeitura não pertence a mim. Em termos de valore eu não digo aqui a você porque não cabe isso”.
Uma jornalista presente na coletiva questionou se o vereador, estaria embriagado ao abordá-lo, mas o artista não levou o mérito em questão. “Olha eu não vou dizer assim embriagado porque eu não estava com o bafômetro, não cabe a mim e lhe juro que não tenho como detectar isso porque se assim o fosse eu estaria trabalhando para a Polícia Rodoviária Federal, não tenho como detectar o grau etílico e não sei nem se ele bebe. Mas ele chegou para mim de forma muito inoportuna e inconveniente ele chegou. Uma das abordagens aconteceu em Poço de Fora, em Curaçá e a outra foi na Jecana do Capim”. Duranto o evento, o vereador Ronaldo Cancão estava em um momento de confraternização em seu tradicional camarote montado para o evento.
Diante das declarações apresentadas, a Grande Rio FM reserva espaço para o parlamentar trazer sua versão dos fatos. (GrandeRioFM)
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