A vantagem ampla do ex-presidente Lula nas pesquisas eleitorais ainda não lhe garante conforto no jogo das alianças políticas. “Após uma rodada considerada bem-sucedida pelos petistas de conversas com líderes de potenciais siglas aliadas no ano que vem em Brasília, o ex-presidente saiu convencido de que apoios só virão com diversas condicionantes”, informa o jornalista Igor Gielow, em reportagem publicada na Folha de S. Paulo. “Nas contas de Lula, seu arco de alianças será reduzido e à esquerda. Nele estarão o eterno escudeiro PC do B e, a definir detalhes, o PSB e o PSOL”, diz o jornalista.
Nos dois últimos casos, os partidos cobram “reciprocidade”, com a eventual retirada da candidatura de Fernando Haddad, em São Paulo – o que hoje parece ser altamente improvável. (247)


