O estudante Paulo Henrique Moreira, estudante da Escola Odete Sampaio, bairro Jardim São Paulo, em Petrolina, também integrante do movimento O Vale Acordou, disse que foi com moradores de bairro como João de Deus e Jardim Amazonas, tentar falar com o governador Eduardo Campos (PSB) durante a visita dele à Petrolina na última segunda-feira, mas que foi barrado com o grupo pela Polícia Militar.
“Eles não nos deixaram entrar. Éramos alunos de escolas públicas estaduais e municipais, gente da periferia e íamos fazer algumas reivindicações, mas a Polícia não deixou a gente entrar. Íamos solicitar a conclusão da Praça da Juventude do João de Deus cuja obra foi abandonada pela construtora, porque não houve a liberação do dinheiro de uma emenda de autoria do deputado federal Gonzaga Patriota, mas fomos barrados”, lamentou o estudante.
Paulo questiona o comportamento de companheiros dele que integram o grupo O Vale Acordou e que cometeram ato de vandalismo e desacataram autoridades na confusão que ouve na frente da Prefeitura na madrugada de terça-feira, dia 30. Para ele pessoas com este tipo de comportamento não representa o meio pacifico e ordeiro do grupo e denuncia que são integrantes de Juazeiro que estão prejudicando o movimento.
“Está tendo esses atos de vandalismo e eu sou do movimento O Vale Acordou Petrolina, não Juazeiro. Tem muitos jovens que não são de Petrolina. Se o Vale Acordou porque só estão ocupando a calçada da Prefeitura de Petrolina e não a de Juazeiro também? questiona Paulo.
“Por isso me separei desse grupo. Vamos criar o Vale Acordou Petrolina, com reivindicações sinceras que são da cidade. Estou organizando mais de 1500 pessoas num ato pela paz e dizer não á guerra. Dizer não a esses atos que não dão em nada, porque são atos de vandalismo e as coisas não se resolvem assim”, destacou o estudante.
“Nós temos gravaçõesd a Polícia barrando o povo com as reivindicações honestas, não com mentiras, vamos pressionar o prefeito Julio Lossio. Não apoio partido nenhum, a gente quer cobrar as coisas da cidade e não ouvir pessoas de outras cidades que vem pra fazer baderna”, concluiu Paulo Monteiro.
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