Em entrevista exclusiva ao blog, integrante do Cidade Negra diz que cotas na universidades deveriam ser para alunos carentes

Na última sexta 27, o Cidade Negra fez um show inesquecível no Country Club de Juazeiro. Uma produção da Sucesso Promoções. O espetáculo emocionou o público presente. Mas, antes de subir ao palco e levar a galera a loucura com vários sucessos, o vocalista da banda, Tony Garrido, e o baterista, Lazão, concederam uma entrevista exclusiva ao blog.

Em um momento de descontração, e quando perguntado sobre a possibilidade do ex-técnico do Barcelona, Pep Gardiola, se tornar treinador da seleção brasileira, como pede uma campanha na internet,  Lazão disse que ” é  louvável o currículo de vitórias que o cara teve . Se for o caso de vir treinar a seleção, seria bem vindo”.

Em questionamento mais sério, Lazão opinou sobre as questões das cotas na Unb, que esteve em destaque na última semana.  O músico considera que ” independente negro, amarelo…  as cotas deveriam ser para quem não tem um padrão social que possa pagar uma faculdade”.

Já Tony Garrido, inspirado pela brisa e beleza do  Velho Chico e  ansioso  por tocar pela segunda vez na terra de João Gilberto, comentou as expectativas em torno ao show. ” Tocar em  Juazeiro é maravilhoso. É sensacional  tá aqui ao lado do São Francisco, que eu adoro, nessa cidade quente, reggueira, maravilhosa, cheia de gente boa”, comemorou.

 Os integrantes da Cidade Negra ganharam um presente de pintor de Kekê. O artista de Curaçá (BA) entrou quadros que produziu especialmente para a banda.

De Juazeiro o grupo segue para a cidade de Conceição do Coité. No domingo 29, Tony e sua turma  tocam em Irecê, também na Bahia.

 

Deixe seu comentário