Pernambuco: “Vinda de Dilma é desnecessária” afirma Paulo Câmara

imagem1O pré-candidato ao Governo do Estado, Paulo Câmara (PSB), avaliou como “desnecessária” a vinda da presidente da República Dilma Rousseff (PT) ao Estado, segunda-feira (14), no mesmo dia em que o ex-governador Eduardo Campos (PSB) apresentará a sua pré-candidatura ao Palácio do Planalto em Brasília, com a ex-senadora Marina Silva (PSB) na vice-presidência. Em contato coma reportagem da Folha de Pernambuco por telefone, o postulante avaliou que será um ato “com pouca representatividade” porque a maioria das lideranças vai estar no ato socialista na Capital Federal e que seria melhor a gestora ter escolhido uma outra data. Segundo Paulo Câmara, o movimento de enfrentamento promovido pelo Governo Federal é “pequeno” diante de toda a discussão política e programática sobre os problemas do País. “Eu avalio como um tanto desnecessária (a visita da presidente) em um momento em que todas as lideranças estarão com um olhar em Brasília para o lançamento da candidatura de Eduardo Campos. Vai acabar se tornando um ato com pouca representatividade porque as pessoas que podiam estar presentes, vão estar em Brasília. Poderia ter sido em outra data”, afirmou o socialista.

A presidente Dilma Rousseff inaugura o navio Dragão Mar, no Estaleiro Atlântico Sul, em Ipojuca, o segundo trecho da primeira etapa da adutora do Pajeú, em Serra Talhada, no Sertão. Para Paulo Câmara, os sinais indicam que a pré-candidatura de Eduardo Campos está começando a “incomodar” e “preocupar” os adversários. Ele destacou que o ex-governador de Pernambuco ainda é pouco conhecido pela população brasileira e que, assim que vencer o desconhecimento, seu nome alavancará nas pesquisas de intenção de votos. O socialista acrescentou que o presidente Nacional do PSB [Eduardo Campos] tem alta aceitação entre os que o conhecem. “A candidatura de Eduardo Campos incomoda porque é aprovada no seu Estado e ainda é pouco conhecida no Brasil. Ainda há um amplo desconhecimento e temos plena convicção que, quando ele passar a ser mais conhecido, os indicadores vão aumentar. Por isso, a candidatura dele preocupa e incomoda o outro lado”, disse Paulo Câmara. (Politica e Cidadania)

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