Educadores do PETI reúnem-se para definir novas metas

Na manhã da última sexta-feira (16), os educadores do Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (PETI), reuniram-se com a equipe de Atenção à Criança e ao Adolescente, na sede da Secretaria de Desenvolvimento Social e Trabalho (Sedest), com o objetivo de apresentar os informes administrativos, reforçar com os educadores a efetivação do atendimento aos núcleos e buscar sensibilizá-los para compreensão da relevância do seu papel, especialmente por atuar além das iniciativas convencionais, direcionadas à transformação da realidade social dos atendidos.

“Esse momento é muito significativo pois reforçamos junto aos educadores o comprometimento com o desenvolvimento integral da criança e do adolescente com quem lidamos diariamente, avaliamos as situações vivenciadas nos núcleos, fazemos os devidos encaminhamentos à rede e buscamos o fortalecimento do programa. Mas, sobretudo, reforçamos ao educador a sua missão como mediador perante a comunidade, que precisa ter o compromisso social e a maturidade pedagógica”, declarou a Diretora de Atenção à Criança e ao Adolescente, Rozinete Bonfim Coelho.

A educadora do PETI do Núcleo de Izacolândia, Catarina Nascimento da Silva, comentou sobre a realização da reunião. “O PETI é um programa importante, gosto de trabalhar nele, estou já há três anos, gosto dessa oportunidade e de ter acontecido esta reunião, pois ficamos cientes do que está acontecendo e sobre os informes, já que as responsáveis pelo PETI sempre realizam este encontro para que possamos trocar experiências”, afirmou.

O Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (PETI) reconhece a criança e o adolescente como sujeitos de direito, protege-os contras as formas de exploração do trabalho, contribui para o desenvolvimento integral, compõe o Sistema Único de Assistência Social (Suas) e tem três eixos básicos: a transferência direta de renda a famílias com crianças ou adolescentes em situação de trabalho, os serviços de convivência e fortalecimento de vínculos para crianças/adolescentes até 16 anos e o acompanhamento familiar através do Centro de Referência de Assistência Social (Cras) e do Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas).

Texto: Emaísa Lima

Foto: Gilson Santos

Blog do Banana

 

Deixe seu comentário