Robson Patrício fala das negociações com Políticos “para-queda”

imagemA imprensa de Petrolina tem propagado declaração do Vereador Zé Batista pelo fato de ter dito que as Lideranças Comunitárias de Petrolina não tem liderança em suas comunidades e que alguns são viúvas que não foram atendidas por Fernando.

Vamos falar em realidade, todos sabem que fui Presidente da Associação do Rio Corrente 2005-2007 e Ouvidor da FEAMUPE 2007-2010 e desta forma também considero-me uma Liderança Comunitária da cidade de Petrolina, com isto, quero dizer que as Lideranças que se magoam com as palavras de Zé Batista deve se alto avaliar e dizer as suas comunidades se são isentas o suficiente para rebater o que diz o Vereador.

Não indo muito longe, na eleição de 2010, Dona Graça do bairro Vale do Grande Rio, disse em toda imprensa desta cidade, sua fala ainda deve existir nos arquivos das rádios da cidade, em alto e bom tom, que as negociações estavam sendo feito com a lideranças de Petrolina para apoiar um Candidato a Deputado Estadual, este depois das denuncias desapareceu da cidade e não mais voltou por aqui, as lideranças envolvidas neste episódio mudaram o discurso? 

Esta semana o que não falta são negociações com políticos da região por trás das “cortinas”, negociando votos, como se o voto fosse uma posse sua, uns dizem ter 300, outros 3000 votos e valores são dados para cada Liderança conforme sua capacidade de angariar votos. Vamos cair na real, uma liderança tem seu voto e o apoio da comunidade quando este buscar representar seu bairro, o voto é independente, nossa população já não mais se deixa ser induzidos por estes ditos “cabos eleitorais” que usam de sua influencia como emprego temporário em período eleitoral, pouco importando se o político apresentado irá trabalhar ou não pela comunidade, ao certo é que, se o político paga pelo trabalho do cabo eleitoral, nenhum compromisso terá com o povo; o caso é tão notório que em Petrolina o que se houve é que não precisa ter um trabalho realizado, um nome capacitado, basta apenas ter condições financeiras o suficiente para bancar uma campanha, “político para-queda”, enquanto os políticos deviam nascer políticos, como um sacerdócio, aqui acontece o contrário muitas vezes, político é feito a custa de muito dinheiro e o povo é quem paga a conta ao final; pois gastar milhões numa eleição, enquanto o salário de um mandato em 04 anos não receberia nem um terço do que é gasto numa campanha, imagina de onde sai a diferença.

É hora do povo acordar, deixarem de ser induzidos por discursos vazios, não podemos reclamar da corrupção na política, quando o critério que usamos para escolha de nossos legisladores parti de uma negociação barata e descompromissado com o povo.

Assessoria de Comunicação

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